domingo, 27 de agosto de 2017

Jesus Cristo é o nosso Rei, Pai e Principe da Paz

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;

Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.

Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;

E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
Mas já em nós mesmos tínha- mos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;

O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,
Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.
Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
2 Coríntios 1:3-12

terça-feira, 20 de junho de 2017

O Que é Abominação?

Abominação é uma palavra utilizada para designar algo repulsivo e repugnante, ou seja, ser abominável significa “ser detestável”, “odioso” ou “execrável”. Esse termo vem do latim abominatio.
Na Bíblia, a palavra “abominação” (ou abominável) é utilizada para traduzir pelo menos doze termos originais hebraicos e gregos, que aparecem aplicados em diversos contextos diferentes com um significado amplo, porém bastante centralizado num sentido principal, conforme veremos a seguir.

Significado de abominação no Antigo Testamento

No Antigo Testamento, alguns termos hebraicos são traduzidos com a palavra abominação. De forma geral, tais termos expressam a ideia de aversão e repugnância diante de comportamentos ofensivos, especialmente com relação a assuntos religiosos.
O termo hebraico to’ebah é o principal para designar o sentido de abominação no Antigo Testamento, tanto referente a praticas religiosas reprováveis, como alimentos impuros, idolatria, casamentos mistos, quanto à imoralidade e a afronta ao sentido ético, como por exemplo, a impiedade.
Um exemplo do uso desse termo pode ser visto na repreensão do Senhor através do ministério do profeta Jeremias, ao dizer que o povo judeu praticava toda sorte de pecados e imoralidades e depois achava que estava livre de qualquer juízo, pois em Jerusalém estava edificado o Templo de Deus, e assim continuavam a praticar tais abominações (Jr 7:7-10).
O verbo ta’ab, “detestar”, “ser abominável”, que inclusive é a raiz do termo to’ebah, também é aplicado de uma forma muito semelhante, apesar de ele possuir um significado mais amplo (Dt 7:26; Sl 107:18).
O hebraico sheqets aparece sendo utilizado especialmente com relação alimentos impuros, tanto para o consumo como para o sacrifício (Lv 11:10-42). Outro termo relacionado a este é o hebraico shiqus, que geralmente é empregado com a finalidade de designar o desprezo à idolatria (Is 66:3; Jr 4:1; Ez 7:20).
Ambos os termos derivam do verbo shaqats, que significa “detestar”, “tornar detestável”, “abominar” ou “considerar vulgar”, e basicamente se refere à reprovação que deveria haver diante de tudo considerado eticamente ou religiosamente errado.

Outro termo hebraico traduzido em algumas versões como abominação é a palavra pigguwl, que é utilizada muito raramente para expressar a ideia de “coisa estragada e impura”, como por exemplo, a carne dos sacrifícios deixada por muito tempo conforme Levítico 7:18.
Entendendo então o significado dos termos originais que são traduzidos geralmente como abominação ou abominável, podemos perceber o quanto seu uso é extenso, como por exemplo:
  • O ato de Acaz sacrificar seu próprio filho foi comparado a “abominação dos gentios que também praticavam tal perversidade (2Rs 16:3).
  • Um sacrifício oferecido a Deus com um espírito impróprio e intenções erradas é considerado uma abominação (Pv 15:8; Is 1:13).
  • O uso de magia e adivinhações, os pecados sexuais de toda natureza e uma conduta ética reprovável, como por exemplo, ter “lábios mentirosos” ou ser corrupto, também são práticas designadas como abomináveis (Lv 18:22; Dt 18:9-14; Pv 12:22; 20:23).

Significado de abominação no Novo Testamento

No Novo Testamento o principal termo grego traduzido como “abominação” ou “abominável” é o grego bdelugma, que significa “coisa horrível e detestável”. Esse termo foi aplicado por Jesus quando reprovou o comportamento hipócrita dos fariseus que buscavam justiça própria diante dos homens (Lc 16:15) e também em seu sermão escatológico (Mt 24:15; Mc 13:14).
O apóstolo João também aplicou esse termo no livro do Apocalipse para se referir ao caráter puro da Nova Jerusalém, onde não pode entrar ninguém que pratica coisas abomináveis (Ap 21:27).
Ainda no livro do Apocalipse, o mesmo apóstolo utilizou o termo grego bdelusso, que significa “odioso”, “detestável” ou “abominável”, como um dos adjetivos das pessoas ímpias que serão lançados no lago de fogo e enxofre (Ap 21:8).
O apóstolo Paulo, ao escrever a Tito, utilizou uma palavra correlata, bdeluktos, que significa “abominável”, “detestável”, para designar aqueles que confessam conhecer a Deus, entretanto o negam por suas obras perversas. Estes, o apóstolo chamou de “abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra” (Tt 1:16).
Em sua primeira epístola, o apóstolo Pedro, falando sobre a morte para o pecado e a pureza da vida, exortando os cristãos a não mais viverem segundo as concupiscências carnais, utilizou o termo grego athemitos, que significa “ilícito”, “criminoso” ou “contrário à lei e justiça”, mas que em algumas versões é traduzido como “abominável”.

Significado de “abominável da desolação”

Em seu sermão escatológico, Jesus mencionou a “abominação da desolação” referindo-se uma terrível profanação que serviria como um sinal. Jesus relacionou esse sinal com algo profetizado pelo profeta Daniel.
Na verdade a expressão grega bdelygma tes eremosos, “abominação que causa desolação”, utilizada nessa passagem, é a mesma utilizada pela Septuaginta para traduzir o hebraico shiquts shomem, que significa literalmente algo como “abominação que causa horror”, encontrado em Daniel 9:27 na chamada “profecia das 70 semanas de Daniel“.
O profeta Daniel utilizou outras expressões muito semelhantes em seu livro, como em Daniel 8:13, “transgressão assoladora”, e em Daniel 11:31, “abominação desoladora”.
O significado dessa referência feita por Jesus é bastante discutido entre os estudiosos, existindo diversas interpretações diferentes. A interpretação que parece ser a mais coerente defende que Jesus fez referência a terrível profanação do Templo promovida pelo rei Antíoco IV Epifânio em aproximadamente 165 a.C., como uma tipificação da destruição do Templo pelos romanos que ocorreu posteriormente em 70 d.C., e, finamente, a um provável apontamento para o Anticristo escatológico que surgirá no período final da presente era (cf. 2Ts 2:3-10; Ap 13).
Como pudemos ver, a palavra abominação, bem como o adjetivo abominável, é bastante utilizado nas Escrituras com um sentido bastante amplo, mas geralmente, no Antigo e no Novo Testamento, o significado central permanece o mesmo, designando algo, alguém ou uma prática repugnante.

domingo, 28 de maio de 2017

POR QUE ANDAIS ANSIOSOS?

A vida é uma busca incessante, estamos sempre tentando alcançar alguma coisa. Quando a gente é criança e não sabe nada da vida, não vê a hora de crescer para poder fazer um monte de coisas que parecem bem legais. Quando crescemos, nosso ideal muda de foco, já podemos fazer tudo o que nos dá na telha (ou não), mas já sabemos nossos limites e nem sempre o horizonte é lindo.

Jesus nunca iludiu ninguém, nunca prometeu o que não poderia cumprir, nunca disse que segui-lo seria uma coisa fácil, mas nos prometeu o Espírito Santo como Consolador, a vitória sobre os problemas e a vida eterna com Deus.

Ninguém nos conhece melhor do que Deus e Ele sabe de tudo o que precisamos para viver, conhece cada uma de nossas necessidades, Ele lê os nossos pensamentos e conhece todos os nossos sonhos. Nada passa despercebido aos olhos do Senhor e Ele sabe de todas as nossas preocupações “normais”, e estabeleceu um limite para elas.

Quando Jesus fez o sermão do monte dedicou boa parte dele para nos acalmar quanto às preocupações básicas da vida e disse: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?”(Mateus 6:25). Não andeis cuidadosos (ou ansiosos) quanto à vossa vida.

A necessidade primária de todo cidadão é a comida, depois veem as outras coisas: o vestiário, as contas, a gasolina, o plano de saúde, e até o dinheirinho pra pizza no shopping. O conselho de Jesus, de que não devemos andar ansiosos pela nossa vida, vem acompanhado das razões por que não demos nos preocupar demasiadamente, sim, porque preocupação é normal, mais que isso, é humano, mas a preocupação que não devemos ter é aquela que tira o sono, que abate o espírito e que é muito usada pelo diabo para tirar a nossa paz.

Tudo o que o diabo quer é desviar nossa atenção do principal, mas qual é mesmo o principal? Jesus é quem explica: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”(Mateus 6:33). O principal é o reino de Deus e a sua justiça, é a nossa vida espiritual, todo o resto virá por acréscimo.

Quando Jesus falou de nossas preocupações cotidianas, Ele disse que a vida é mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes. Disse que devemos observar as aves do céu, porque elas não plantam, não colhem e nem ajuntam em celeiros e, contudo, Deus as alimenta todos os dias e nós valemos bem mais que os passarinhos.

Jesus disse, ainda, que devemos observar os lírios do campo e acrescentou: “Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; e eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.”(Mateus 6:28-29). Depois de explicar como Deus cuida dos passarinhos e dos lírios do campo, Jesus fez uma pergunta bem interessante aos que o ouviam: “E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?”(Mateus 6:27).

A pergunta é bem simples: Qual de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar quarenta e quatro centímetros à sua altura? Claro que ninguém pode fazer isso e se pudesse, não haveria baixinho neste mundo, todo mundo seria altão. Não se pode acrescentar nem mesmo um centímetro em nossa estatura, imagine quarenta e quatro. Este foi só um exemplo dado por Jesus.

A grande verdade é que por maior que sejam nossas preocupações, elas não têm o condão de solucionar nenhum de nossos problemas, de qualquer ordem. Nos preocupamos com as contas, mas preocupações não pagam contas, nem enchem a geladeira, nem garantem nosso emprego. As preocupações só atrapalham o agir da fé. Inventei a roda? Claro que não. De capa a capa a Bíblia nos ensina que a preocupação é o antídoto da fé, a preocupação é a fé ao contrário, é a marcha ré da carreira cristã, mas não é nada fácil chegar a uma estatura tal da fé, que nos capacite a não nos preocuparmos com o basicão da vida, porém este é o nosso alvo e somente Deus pode realizar este milagre dentro de nossos corações.

O segredo é alimentar o espírito com a Palavra de Deus, é orar como se estivéssemos conversando com nosso melhor amigo, porque, efetivamente, é isso que Jesus é para nós. Ele quer ouvir a voz do nosso coração, quer que deixemos com Ele todos os nossos problemas, nossas preocupações, nossos cuidados e descansemos Nele. É um processo e uma conquista, com direito a recaídas e tudo o mais.

Muitas vezes deixamos nossas preocupações com Jesus, mas aí temos uma recaída e voltamos a pegar de volta nossas preocupações só para dar uma choradinha sobre nossos problemas. Isso é comum acontecer, mas não é o fim do mundo. O negócio é começar tudo de novo, voltar aos pés de Jesus e devolver os problemas para Ele solucionar, até porque a grande maioria de nossos problemas é insolúvel, humanamente falando.

O grande vilão de nossas preocupações é o dia de amanhã, é a coisa que mais nos preocupa, não é verdade? Mas Jesus já deixou uma regrinha sobre o dia de amanhã, veja: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mateus 6:34). Basta a cada dia o seu mal.

Só quem pode mudar o futuro e reescrever a história de nossa vida é Jesus e basta entregar a Ele nosso coração para que as coisas comecem a fazer sentido. Jesus é o Mestre da transformação, da restauração, da recuperação, ninguém fica na mesma quando abre a porta de sua casa e de sua vida a Jesus. Experimente!

sexta-feira, 17 de março de 2017

O que é o dom espiritual de discernir espíritos?

Pergunta: "O que é o dom espiritual de discernir espíritos?"

Resposta:
O dom de discernir espíritos, ou de "discernimento" de espíritos, é um dos dons do Espírito Santo descrito em 1 Coríntios 12:4-11. Como todos esses dons, o dom de discernir espíritos é dado pelo Espírito Santo, o qual os dispersa para que os crentes possam servir no corpo de Cristo. Cada crente tem uma capacitação espiritual para um serviço específico, mas não há espaço para a autoescolha. O Espírito distribui os dons espirituais de acordo com a soberania de Deus e de acordo com o seu plano para a edificação do corpo de Cristo. Ele dá esses dons "como lhe apraz" (1 Coríntios 12:11).

Quando se trata do dom de discernir espíritos, cada crente nascido de novo tem uma certa quantidade de discernimento, o qual aumenta à medida que o crente amadurece no Espírito. Em Hebreus 5:13-14, lemos que um crente que tem amadurecido além de usar o leite da Palavra como um bebê em Cristo é capaz de discernir tanto o bem quanto o mal. O crente que está amadurecendo é capacitado pelo Espírito de Deus através das Escrituras para distinguir a diferença entre o bem e o mal e, além disso, também entre o que é bom e o que é melhor. Em outras palavras, qualquer crente nascido de novo que escolhe se concentrar na Palavra de Deus é espiritualmente discernente.

Há certos crentes, no entanto, que têm o dom espiritual de discernir espíritos – ou seja, a capacidade dada por Deus para distinguir entre a verdade da Palavra e as doutrinas enganosas veiculadas por demônios. Somos todos exortados a ser espiritualmente discernentes (Atos 17:11; 1 João 4:1), mas alguns no corpo de Cristo têm recebido a capacidade única de detectar as "falsificações" doutrinais que têm assolado a igreja desde o primeiro século. Este discernimento não envolve revelações extra-bíblicas místicas ou uma voz de Deus. Em vez disso, os que possuem esse dom estão tão familiarizados com a Palavra de Deus que instantaneamente conseguem reconhecer o que é contrário a ela. Eles não recebem mensagens especiais de Deus; apenas usam a Palavra de Deus para "testar os espíritos" e ver quais se alinham com Deus e quais estão em oposição. Os que possuem esse discernimento espiritual são diligentes para "manejar bem" (2 Timóteo 2:15) a Palavra de Deus.

Há uma diversidade de dons para equipar o corpo de Cristo, mas essas diversidades são destinadas para a edificação e construção desse corpo como um todo (Efésios 4:12). E o sucesso desse corpo depende de todas as partes do corpo cumprindo fielmente as suas tarefas como Deus permitiu-lhes. Nenhum dom espiritual deve ser utilizado para dominar outros ou reivindicar para si uma unção especial de Deus. Pelo contrário, o amor de Deus deve orientar o nosso uso dos dons espirituais para que edifiquemos uns aos outros no Senhor.

Fonte: https://www.gotquestions.org/Portugues/espiritual-discernimento-espiritos.html

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

1 Coríntios 1

Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus), e o irmão Sóstenes,
2 À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:
3 Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
4 Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo.
5 Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento
6 (Como o testemunho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós).
7 De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo,
8 O qual vos confirmará também até ao fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo.
9 Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.
10 Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.
11 Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós.
12 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.
13 Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?
14 Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio,
15 Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome.
16 E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro.
17 Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.
18 Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
19 Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
20 Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
21 Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
22 Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
23 Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
24 Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.
25 Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
26 Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
27 Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
28 E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
29 Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
30 Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
31 Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor.